Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora

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Encontro de formação das Irmãs FMNS

O sábado teve como conferencista o Pe. José Frazão Correia, Sj que, no âmbito do Ano da Fé, ajudou a interiorizar e a rezar, em momentos distintos, quer individualmente, quer em grupo. Eis alguns tópicos por ele deixados na exposição que fez de manhã, intitulada: «Viver e testemunhar a fé como uma bênção»

A vida de cada pessoa é já uma bênção. A fé em Jesus é um ato profundamente humano. É temível quando a fé perde a humanidade. Por vezes a nossa experiência de fé parece anular o que há de humano em nós. Para recuperar a bênção fundadora temos que recupera a nossa humanidade. A fé em Jesus tem que despertar vida em nós. A porta da vida são os sentidos. A Vida do Espírito aprecia-se também com os sentidos. A fé em Jesus não se compreende sem a experiência humana de confiança.

A palavra primeira é o amor gerador de Deus e que não abandona aquele que gerou. Na origem de alguém pode estar a experiência do abandono o que torna difícil acreditar que a vida é uma bênção de onde nasce a confiança. Mas, «ainda que teu pai e tua mãe te abandonem eu não te abandonarei». (Is 41, 10)

Na iniciação à fé não podemos retirar a pessoa da sua existência, da realidade, mas antes ajudá-la a encontrar-se com a sua humanidade e a reconciliar-se com a sua história.

As raízes que vão beber à experiência do abandono produzem maus frutos: azedume, agressividade e ressentimento. A fé em Jesus tem que ter como raíz a confiança no Pai. A que água vou beber, à água da confiança ou do abandono?

Houve tempos de oração/reflexão individual.

Ao meio da jornada foi celebrada a Eucaristia. Seguiu-se o almoço.

A tarde foi enriquecida com outra belíssima palestra intitulada:

«A Exposição do Santíssimo»

A expressão, exposição do santíssimo, é de Deus exposto na fragilidade do corpo. A custódia do Santíssimo é a nossa humanidade ferida e exultante. Diante da Eucaristia sacramental aprendemos a ver na vida de cada pessoa a presença de Cristo que nos diz: «Vinde benditos de meu Pai» … porque reconhecestes o Santíssimo em cada pequenino.

Houve tempos de oração/reflexão individual.

Antes do jantar foi a oração de Vésperas. Houve ainda à noite: ‘conversas em família’.

O Domingo começou com a oração de Laudes e a Eucaristia de Pentecostes. Após o pequeno almoço, em jeito de gratidão, o novo Conselho Provincial homenageou a Superiora Provincial cessante e seu conselho e passou à apresentação do projeto do Conselho Geral para o seu sexénio, que tem o seguinte chavão: «Firmes na fé, avancemos pois para Deus com um coração sincero pela vida e a vida em abundância» (cf Col2, 6 -7 e Jo 10, 10). Após o intervalo foi apresentado o documento final do recente Capítulo Provincial dirigido às Irmãs da Província. Este tinha sido elaborado com base nas interpelações feitas à Província Portuguesa e que constam no relatório da superiora geral que foi apresentado no Capítulo Geral 2012.

 

O encontro terminou com o almoço. 

 

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