Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora

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Um anjo partiu

A Irmã Etelvina da Conceição Monteiro, filha de José Monteiro e Ana da Conceição, nasceu no dia 7 de Setembro de 1921 na freguesia de Sedielos, Peso da Régua, Distrito e Diocese de Vila Real. Nascida de uma família profundamente cristã, era a mais nova de sete irmãos.

Entrou a 28 de Fevereiro de 1948, em Santa Cristina do Couto, Santo Tirso, no Noviciado da Congregação das Franciscanas Missionárias da Nossa Senhora, então, denominadas por Irmãs Franciscanas da Calais. Fez a primeira Profissão ou Profissão temporária a 25 de Agosto de 1950.

Enviada para França aí fez os seus votos Perpétuos em Desvres, a 25 de Agosto de 1953.

Dotada de uma alegria contagiante, delicadeza de trato, testemunhava e transmitia a felicidade da sua vocação. Piedosa e fiel, para ela era dever sagrado estar em todos os actos comunitários. Nem a sua já longa idade a dispensava de estar presente até aos ensaios dos cânticos. Alma generosa, solícita, sempre se preocupava com todos e com cada necessidade que adivinhava numa sua irmã.

Trabalhou em enfermagem Versailles, Paris e Hauteville, França. Durante 20 anos dedicou-se ao serviço dos idosos em St. Germain em Lays também França.

Em 1992, optou por regressar definitivamente a Portugal, tendo sido colocada na comunidade do Colégio Luso-Francês, no Lar Universitário. O seu amor pela natureza levava-a tratar de tal modo as plantas e as flores que conseguia salvar as mais frágeis.

Em 1998 a foi enviada para a comunidade de Colónia, Alemanha, que se dedica à Pastoral da Emigração. Em 2000 regressou novamente ao Colégio Luso-Francês. Com a saúde já muito fragilizada foi transferida para Gondomar, onde faleceu a 2 de Fevereiro de 2017, dia do Consagrado.

Muito alegre e dotada de uma bela voz era para ela um prazer cantar, estimulando as irmãs e outros para isso, mesmo já sem grande memória, bastava que alguém começasse um cântico para logo o cantar até ao fim. Pessoa muito organizada, metódica e trabalhadora sempre encontrava em que se ocupar. Alegre e bem disposta irradiava felicidade, bondade e gratidão.

É esta gratidão que hoje queremos testemunhar e agradecer a esta nossa Irmã que nos deixou como legado um grande amor à sua vocação, a fidelidade nas pequenas coisas e alegria da entrega ao Senhor. Repetimos o que dizia o Nosso Pai S. Francisco: “Louvai e Bendizei o Meu Senhor. Dai-lhe graças e servi-O com grande humildade”. Vela por nós Irmã Etelvina.

 

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