Ao dizer assim, parece que estou a olhar para o Papa Francisco. De facto, ele tem um sorriso que não deixa ninguém indiferente (crentes e não crentes). E o mundo, olhando para ele, vai-se tornando mais próximo e, humanamente, mais sensível. Será assim com todos os sorrisos? Decerto, não; pois, alguns revelam um certo cinismo e geram desconfiança. Mas quando traduzem a verdade, a inocência e a ternura, ao jeito das crianças… sabem a céu! Por isso, Jesus falou assim aos discípulos: “quem, de entre vós, quiser ser o maior, faça-se como esta criança”. E noutro lugar: “ai daqueles que escandalizarem uma criança”
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